Dezpensamentos

Simples, não complexo, anti new-age, sem aquela pitada fashion...aqui não temos paozinho sem sal

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Do you want to be my valantine?

TEMPO - Fevereiro de dois mil e seis. ESPAÇO - O meu corpo TEMA - Amor e bactérias O entrudo ainda não apareceu e a olhar para o calendario até parece que a lua se esqueceu dele,no ano que decorre o cupido chega primeiro a flecha até pode não se fazer sentir mas é visivel sempre na mesma data,quem chega sempre antes da data prevista apesar de ja teremsido enumeras vezes alertadas para o facto da sua permanente ausência ser a alegria da casa são as bactérias nocivas ao organismo. Tinha efectuado uma porposta de namoro a cidade de Barcelona,com direito a varios dias de cortejo,mas ao qie parece a secta do cupido este ano não acertou no meu coraçao e sim no meu nariz. Em determinado momento do dia oito do presente mês o senhor valentim decidio pregar-me uma partida e em vez de trocar o meu coraçao com a da minha amada cedeu-me o seu nariz e acredita que não é nada agradavel,não só não conseguia limpar as fossas nasias quando o pretendia,como quinta-feira comecei a ingerir uma sopa que inicialmente era quente e insonsa e quando a terminei era algo frio e demasiado salgado...se é que me percebes. (Tsim!Eu Jair Celso Garcia Menezes a ingerir sopa QUENTE, ao que chegamos,para quem não conhece os meus habitos alimentares eu não só não como sopa como o unico alimento no qual sinto qualquer sensaçao proxima a de prazer quando o estou a ingerir ainda quente é o empadão da Islindocas,a conceituada mas pouco conhecida artista culinaria que por sua vez tambem é mãe do Sergio.Pois eu sou uma pessoa fixe e como fixe que sou serei sempre “cool”, “cool” como o “ice” e é nestas temperaturas que eu gosto do meu chá das cinco,das seis,das sete...sejá lá a que horas for,cha quente é que não,não percebo esse concetio de comer e mutilar a milha lingua ao mesmo tempo,mas infelizmente isso tem acontecido) Entretanto o meu mairo drama nem foi o trocar de nariz com alguem que não conheço e devido a tal situaçao estar constantemente a pingar do mesmo,mas sim ter efectuado essa troca com alguem que vive na Australia e teima em assoar-se as três,quatro,cinco,seis da tarde de lá,ou seja,quatro,cinco e seis da manha de cá, e entre levantar-me de hora a hora do conforto dos meus lençoisou acordar com a “baba” na minha face após ter preenchido grande parte da minha fronha...que venha dai a gincana noctiva. Lisboa,agora e sempre,a minha eterna amante assumida,já que por aqui fiquei o melhor é avaliar as três propostas e meia que me foram feitas,da qual a meia é sem duvida a mais séria e claramente aquela a que não iria,o dramatico é qie não se «pode» ir jantar fora com uma amiga no dia catorze de Fevereiro,nem se pode ir ver uma pelicula com uma conhecida no dia catorze de Fevereiro,mesmo que quando a combinaçao tenha sido efectuada nenhuma das partes se tenha recordado da data e porque...porque não há amigos de sexos opostos no dia de São Valentim, e daqui a umas decadas com esta hsitoria dos casamentos nem do mesmo sexo,ou vais a algum local com a tua namorada/o ou não és digno de sair de casa. Engraçado é que dia catorze de Fevereiro é o dia dos namorados e da amizade,mas como a amizade não vende nem aumenta assim tanto as audiencias em um determinado e especifico dia pois é algo que é suposto e dura para a vida não tem direito a ser divulgada. Duas propstas e meia adiadas só me resta uma opçao,refeiçao com a progenitora,convite que me foi feito da seguinta forma e passo a citar: «Ola pequerucho,eu vou almoçar fora(como quem diz eu sei que tu querias mas a essa hora não vai dar para estares comigo),mas a noite ja que a Joana não esta cá,ai desculpa,como ela já não esta ai,podes(como quem diz eu deixo) vir jantar comigo» Tenho que reconhecer que a senhora tem piada,o que não tem é um bom enquadramento temporal pois a seu ver o amor é,foi e permanecera eterno e eu sempre serei pequerucho. Foi uma bela refeiçao,a classica dose familiar em que só o meu prato é que se encontra repleto «estas muito magrinho».A hora do vitinho foi brindado com uma infusão quente com mel e limão no qual a dose de mel equivalia ao quanto eu gosto de mim e a de limão o quanto ela ama a minha pessoa e por mais acido que as minhas pupilas gustativas me tivessem a informar que aquela infusão estava aquele gesto tão simlpes foi um doçe enorme para a minha alma e espirito. E assim me foi deitar,sem ter adequirodo ou cedido doces e flores(os chupa-chups não contam),despedindo-me deste dia com um sorriso vistoso nos labios e um enorme beijo mental que nos une. -«Até amanha pequerucho!» -«Até já mãe...»

quarta-feira, fevereiro 08, 2006

Quem?

Quem é que te deu o direito de entrar na minha exitência? Quem é que te garante que alguma vez vais sair dela? Quem é que te disse que o meu amor por ti é imesuravel? Quem é que te disse que alguma vez te cheguei a amar? Quem é que te deixou ir para as terras civilizadas que ardem que nem bonecos animados? Quem é que te deu entender que não necessitava do teu agasalho? Quem é que esta interressado em saber quem tu és quando o teu sonho é que o patrick se torne de conhecimento geral? Quem é que me vai dixar com o pé "finca na tchon"? Não sei,mas a amizade que nem semente a germinar e enquanto tivermos um chá para nos aquecermos o sol pode hibernar. Até já.